olha ai a dona do blog!!!linda!!!

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Cultivo do milho no Brasil


          A produção de milho, no Brasil tem-se caracterizado pela divisão da produção em duas épocas de plantio. Os plantios de verão, ou primeira safa, são realizados na época tradicional, durante o período chuvoso, que varia entre fins de agosto, na região Sul, até os meses de outubro/novembro, no Sudeste e Centro-Oeste (no Nordeste, esse período ocorre no início do ano). Mais recentemente, tem aumentado a produção obtida na safrinha, ou segunda safra. A safrinha refere-se ao milho de sequeiro, plantado extemporaneamente, em fevereiro ou março, quase sempre depois da soja precoce, predominantemente na região Centro-Oeste e nos estados do Paraná e São Paulo. Verifica-se um decréscimo na área plantada no período da primeira safra, em decorrência da concorrência com a soja, o que tem sido parcialmente compensado pelo aumento dos plantios na safrinha. Embora realizados em uma condição desfavorável de clima, os plantios na safrinha. Embora realizados em uma condição desfavorável de clima, os plantios da safrinha são conduzidos dentro de sistemas de produção que gradativamente são adaptados e essas condições, o que tem contribuído para elevar os rendimentos das lavouras dessa época.     A cultura do milho ocupou, em 2006, uma área em torno de 12,9 milhões de hectares, responsável por uma produção de cerca de 41,3 milhões de toneladas de grãos, apresentando um rendimento médio de 3.198 kg ha -1 ( 3.298 kg ha -1 na safra e 2.907 kg ha -1 na safrinha), de acordo com a Conab. Mesmo considerando o rendimento dos estados da região Centro-Sul, que foi de 3.893 kg ha -1 , esse rendimento é muito inferior ao que poderia ser obtido, levando-se em consideração o potencial produtivo da cultura, que é demonstrado que a cultura do milho aumenta sua rentabilidade e sua vantagem comparativa com outras culturas quando sua produtividade é aumentada.      Este trabalho discute os principais aspectos técnicos da produção de milho, considerado os resultados mais recentes de pesquisa e oferecendo alternativas para situações particulares, como, por exemplo, em sistema de produtores, técnicos de assistência técnica extensão rural e de planejamento informações necessárias à sua tomada de decisão, para situações específicas de cada sistema de produção, visando ao aumento de sua produtividade e rentabilidade.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

ARARINHA AZUL,um animal em perigo



NOME COMUM: Ararinha Azul
NOME CIENTÍFICO: Cyanopsitta spixii (cyano = azul escuro; psitta = psitacídeo)
NOME EM INGLÊS: Spix's macaw
NOME EM ESPANHOL: Guacamayo Spixii
NOME EM ITALIANO: Ara di spix
FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Psittaciformes
FAM;ILIA: Psittacidae
COMPRIMENTO: de 27 a 56 cm
COMPRIMENTO DA CAUDA: 35 cm
COR: Azul
PESO: por volta de 350g.
REPRODUÇÃO: Sua postura é de 3 a 4 ovos, e a maturidade sexual observada em aves cativas - é de 4 a 5 anos.
OVOS: Seus ovos, medem aproximadamente 35 mm de diâmetro.
ALIMENTAÇÃO: sementes das caraibeiras (T. caraiba), de pinhão (Jatropha mollissima), faveleira (Cnidoscolus phyllacanthus) e de baraúna (Schinopsis brasiliensis). Em cativeiro é composta de grãos, frutas diversas, ração comercial para psitacídeos, suplementação mineral e polivitamínica.
CAUSAS DA EXTINÇÃO: Esta espécie foi desaparencendo e sua população, que já era restrita desapareceu. Isso devido à captura para o tráfico de animais para servir como ave ornamental ou de estimação e também a destruição de seu habitat original.










Considerada extinta pelo IBAMA, em julho de 2002, é a Arara mais rara do mundo! O último exemplar selvagem conhecido dessa espécie e que habitava a região de Curaçá, no sertão da Bahia, desapareceu em outubro de 2000. Este macho de tão solitário (pois sua espécie é gregária, vivendo em grupos) acabou acasalando com uma fêmea de Maracanã (Ara maracana), que também vive no mesmo habitat. Logicamente, mesmo com o casal tentando reproduzir, não houve filhotes.
A Ararinha Azul vivia no extremo norte da Bahia ao sul do Rio São Francisco, na Caatinga, onde ocorrem caraibeiras, pinhões e faveleiras (plantas que ela utilizava). De hábitos sociais selvagens pouco conhecidos, faz seus ninhos em caraibeiras (Tabebuia caraiba), substituídos em cativeiro pelos ninhos de madeira. Atualmente (2002), existem apenas 60 exemplares em cativerio no mundo, o Brasil detém a propriedade de apenas oito. As demais estão em poder de mantenedores que integravam o grupo e de colecionadores particulares estrangeiros.
Como se pode ver pela foto, esta Arara é também única na sua aparência. O azul é de um tom diferente. chegando em algumas penas a tornar-se cinzento, cores menos apelativas do que a maioria das Araras que conhecemos. O bico é menor em relação as outras espécies e tem uma particularidade única, tem uma parte de pele nua de cor cinzento escura que vai desde a parte superior do bico até ao olho, esta parte cinzenta deixa sobressair a cor amarela da íris do olho.
É uma ave muito dificil de procriar em cativeiro. Mesmo antes de se encontrar em extinção, foram poucos os registos de criações com grandes sucessos

Produção de Alimento e Sustentabilidade


Sumário

1-INTRODUÇÃO
2-TRABALHO/DESENVOLVIMENTO
3-TÓPICOS DO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO
4-TÓPICOS DO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO
5-TÓPICOS DO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO
6-CONCLUSÃO
7-REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS




                                                                      Introdução


Produção de alimentos com sustentabilidade é produzir sem agredir o meio ambiente, os oito alimentos mais produzidos no Brasil são algodão, arroz, café, cana-de-açúcar,
Laranja, feijão, milho, soja. A alimentação é condição essencial à sobrevivência dos seres vivos. O Brasil, um país rico em recursos naturais e com grande extensão de terras cultiváveis, permitiu a propagação de um fenômeno que constitui a pior consequência da desigualdade social e da pobreza. A produção de alimentos no país deverá crescer 21,1% nos próximos anos, passando doa atuais 153,26 milhões de toneladas.


 O que é sustentabilidade

Conceito de sustentabilidade

Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.
Ações relacionadas à sustentabilidade

- Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário. 
- Preservação total de áreas verdes não destinadas a exploração econômica.


Importância econômica da produção
De leite


    O Brasil é o sexto maior produtor de leite do mundo e
Cresce a uma taxa anual de 4%, superior à de todos os
Países que ocupam os primeiros lugares. Respondemos
Por 66% do volume total de leite produzido nos países
Que compõem o MERCOSUL. Pode-se avaliar a
Importância relativa do produto lácteo no contexto do
Agronegócio nacional pelo faturamento de alguns
Produtos da indústria brasileira de alimentos na última
Década, registrando 248% de aumento contra 78% de
Todos os segmentos (CARVALHO ET al., 2003).
   
                                        O Arroz
         
       O Estado de Rondônia ocupa a sexta posição em área plantada de arroz de terras altas, e a sétima em produção nacional. Nos últimos dez anos, tanto a área plantada como a produção registraram aumento naquela Unidade da Federação. Em 1989/90 foram plantados 87,0 mil hectares e produzidos 145,7 mil toneladas. Na safra 1998/99 a área aumentou 15,6%, passando para 100,6 mil hectares, e a produção passou para 157,1 mil toneladas (7,8% de aumento), apresentando um rendimento de 1.562 kg/ha.
A
cultura do arroz em Rondônia está em pleno desenvolvimento mais ou menos três anos, graças a um impulso da agricultura mecanizada, conduzida por grandes produtores, e à difusão de novas variedades, com melhor rendimento industrial e comercialmente mais valorizadas pelo mercado. Por se tratar de variedades com características de arroz tipo agulhinha, elas apresentam uma redução no preço de mercado para os produtos de sequeiro (grãos tipo longo).
 Na safra 1998/99 os preços praticados para o arroz tipo agulhinha apresentavam maior lucratividade, em comparação com os da safra 1999/2000, sobretudo para o produto excedente de mercado, em nível regional.




O Feijão


       A área plantada com feijão, em Rondônia, no ano de 2002, foi de 53.722 ha, com uma produção de 35.533  e portanto, produtividade média de 661kg/ha, que é baixa, comparada a média nacional (709 kg/ha) e a de outros Estados brasileiros, como Mato Grosso, Goiás, São Paulo e o Distrito Federal, que, em 2002, apresentaram produtividades médias superiores a 1.200 kg/ha (IBGE, 2003).  As principais áreas de cultivo de feijão no Estado concentram-se nos municípios de Alta Floresta do Oeste,  Alto Alegre dos Parecis,  Santa Luzia do Oeste e Novo Horizonte, que juntos responderam por cerca de 56% da produção de feijão do Estado, em 2002.
            As cultivares do grupo carioca são predominantes no Estado de Rondônia, sendo que a maioria dos produtores utilizam sementes próprias ou fornecidas nas campanhas governamentais de distribuição  sementes.

                                                     O cacau
           
A produção de cacau poderá se tornar, em poucos anos, uma alternativa economicamente viável ao desmatamento em Rondônia. O estado é o terceiro maior produtor nacional, atrás de Bahia e Pará. Mas para aumentar sua produção, necessita resolver primeiro a questão ambiental e fundiária.
O superintendente regional da SEPLAN (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), Francisco das Chagas Sobrinho, afirma que o entrave para a produção deslanchar está na ineficiência da regularização fundiáriasem o documento de propriedade, o agricultor não tem acesso ao crédito rural junto às instituições bancárias, apesar dos recursos estarem disponíveis.

A licença ambiental é outro gargalo para o crescimento da cultura cacaueira, diz o superintendente. Para resolver a questão ambiental e a regularização fundiária, os técnicos da SEPLAN vêm trabalhando em parceria com os órgãos ambientais do estado e federal (Sedam e IBAMA) e junto ao INCRA.

Os responsáveis por esses órgãos precisam entender que a expansão dos cacaueiros é um caminho sem volta. É a alternativa mais viável para a Amazônia, declarou o titular da SEPLAN, que vem incentivando ainda a criação de cooperativas, visando angariar melhor preço junto ao mercado consumidor.

O órgão vem investindo junto ao produtor rural com técnicas e ações que visam maior rentabilidade. São cerca de oito mil pequenos agricultores trabalhando com essa cultura atualmente, em áreas de quatro a cinco hectares em média.

A instalação de uma indústria na região de Buritis (RO), município localizado a 311 km da capital, é outra meta dos técnicos do órgão. A escolha por esta região se deu em virtude dela aglomerar o maior número de produtores do estado. Para ter noção de quanto o município de Buritis  vem crescendo nessa área, dos oito mil agricultores que plantam cacau no estado, mais de mil estão nessa área.

Rondônia teve uma indústria para beneficiamento do cacau no estado. Localizada em Ariquemes, a empresa funcionou durante dez (10) anos, enquanto tinha incentivos fiscais. Encerrado o incentivo, as portas foram fechadas. Mas a empresa continua atuando em São Paulo, sendo a maior compradora do cacau rondoniense.

Rondônia produz 16 mil toneladas
Rondônia produz 16 mil toneladas do produto por ano. Toda a produção vai para os mercados da Bahia e São Paulo.

O maior produtor do estado, Dalton Shatwz, está instalado em Ariquemes. Ele possui  250 hectares de cacaueiros.

Normalmente, se produz no estado perto de 600 quilos de cacau por hectare, mas com investimentos em tecnologia, pode-se dobrar essa produção.
 A produção anual de cacau no Brasil é de aproximadamente 210 mil toneladas, ficando em quinto lugar no ranking mundial. Desse montante, a Bahia entra com uma média de 160 mil toneladas. Mesmo assim, os 210 mil não são suficientes para atender a demanda do mercado interno.

O CAFÉ
   O Programa de Condução do Café, criado pelo Governo do Estado em 2005, como incentivo a melhoria na produção de grãos em Rondônia, tem sido um dos principais fatores de dinamização da cultura e da melhoria da qualidade da produção cafeeira no Estado. Com orientações técnicas sobre recepa e poda, tecnificação com biotecnologia agregada ao processo produtivo e acompanhamento de profissional qualificado, a Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) tem levado ao agricultor familiar a oportunidade de investir na cultura do café e obter lucros satisfatórios.
   Para levar aos agricultores as técnicas ideais para o aumento da produtividade do café técnicos da Emater passaram por treinamento especializado e hoje são referências no Estado quando o assunto é práticas do café. A assistência à comercialização também é oferecida através da Emater. O extensionista Benedito Alves, de Ouro Preto do Oeste, é um dos técnicos mais experientes na cultura cafeeira. Com 40 anos de experiência, tem percorrido o estado orientando o agricultor na obtenção da qualidade e comercialização do produto.
   
Exportação

  A produção cafeeira de Rondônia para a safra 2010/2011 está em torno de dois milhões de sacas de café beneficiado, dos quais 98% é da espécie, variedade predominante, considerada uma das melhores do mundo, e tem atraído olhares de exportadores. Recentemente os serviços de Benedito Alves foram solicitados por universitários da Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais, estagiários de uma empresa multinacional, para levantamento geográfico das regiões cafeeiras. “Há o interesse da empresa multinacional em adquirir o café de Rondônia, com qualidade”.


                                               CONCLUSÃO


Nesse tema produção de alimento e Sustentabilidade aprendemos que a Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Nisso podemos dizer que a sustentabilidade tem relações como Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário. E a preservação total de áreas verdes não destinadas à exploração econômica.


 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
          



http://www.cpafro.embrapa.br/media/arquivos/publicacoes/rt91_sistemadeproducaodeleite.